Deputado Carlos Abicalil destaca números do Bolsa Escola

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O Deputado Federal, Carlos Abicalil – PT/MT, destacou ontem, em discurso no plenário da Câmara, o sucesso do Programa Bolsa-Escola, criticado na última quinta-feira pela Folha de São Paulo, no editorial “Bolsa-Escândalo”.

Em dezembro de 2001, quando o programa foi implantado, existiam 936.505 vagas não-ocupadas. Isso representava, na época, a não-utilização de R$ 1,1 bilhão. Em maio de 2003, o saldo de vagas ociosas era de 637.334, contabilizando-se, nesse número, a exclusão que ocorre normalmente no mês de janeiro, quando as crianças atingem quinze anos, a idade-limite de permanência.

“Em respeito aos leitores do jornal e beneficiários do programa, é preciso destacar que a Caixa Econômica Federal – CEF e o Ministério da Educação – MEC implantaram, em setembro de 2001, o sistema de cadastro único, que condiciona a entrada de novos participantes à avaliação de toda família, e não mais apenas da mãe e de três crianças”, disse Abicalil. Por sua complexidade, segundo o Deputado, essa nova dinâmica gerou a entrada de novos beneficiários de uma forma mais lenta, quando comparada à forma anterior. Tal dinâmica, no entanto, não alterou os bons resultados já obtidos pela iniciativa.

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