Vídeo sobre Educação Integral é lançado no 3º Fórum

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Experiências positivas de Educação Integral em de vários centros de ensino do país. Esse é o tema do vídeo O direito de aprender – educação integral e comunitária, lançado nesta quarta-feira (26/3), durante o 3º Fórum Nacional Extraordinário de Dirigentes Municipais de Educação, em Brasília. Com o apoio da Undime, o filme produzido pelo Unicef e pela Cipó Comunicação Interativa será distribuído para todos os municípios do Brasil junto a uma publicação.

De acordo com O direito de aprender, escolas que possuíam alto índice de evasão escolar, violência, baixa aprendizagem entre outros problemas, se transformaram após a implantação da educação integral. Contudo, isso foi possível a partir do envolvimento da comunidade com os centros de ensino. “A escola não é uma instituição isolada. Ela deve se inserir em outros espaços na comunidade e se articular com outras políticas e atores sociais”, explica Jaqueline Moll, diretora de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania do Ministério da Educação.

Desta maneira, crianças e adolescentes participam de projetos de cultura, esporte e lazer com os adultos da comunidade no contra-turno escolar e nos finais de semana. Mara Cristina Rodrigues Santos, diretora de uma escola municipal de Belo Horizonte-MG, conta que após transformar locais ociosos do bairro em espaços para o aprendizado não-formal de meninos e meninas, os estudantes passaram a gostar de ter aulas. “A escola passou a significar não somente o educar, mas o cuidar da criança em todos os aspectos. E a comunidade é a nossa parceira”, diz.

Para a presidente da Undime na Região Nordeste, Maria Luiza Martins Aléssio, os dirigentes municipais de educação percebem como a Educação Integral dada desta maneira pode solucionar diversas dificuldades enfrentadas hoje na garantia do direito de aprendizagem.

E Maria Salete Silva, oficial de projetos do Unicef, complementa. “Geralmente, quando a escola passa por problemas de violência e depredação, se pensa em aumentar o tamanho do muro. Esse projeto é justamente o contrário: é baixar o muro da escola para a comunidade ser co-responsável pela educação de suas crianças e adolescentes”.

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