Pesquisadores querem descentralizar a produção científica no País

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Liderados pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis, um grupo de 10 a 15 pesquisadores brasileiros que trabalham em diversos países, está montando em Macaíba, região metropolitana de Natal (RN), o Instituto Internacional de Neurociência. O projeto, além de descentralizar a produção científica de São Paulo e Rio de Janeiro, pretende desenvolver, também, um projeto social voltado para a população local.

Para construir e desenvolver o Instituto Internacional de Neurociência, os cientistas estão fazendo parcerias com governos, empresas e organismos internacionais. Na semana passada foi assinado convênio com os ministérios da Educação e de Ciência e Tecnologia no valor de R$ 2 milhões.

Nicolelis disse que estão acertados outros convênios com os ministérios da Saúde e da Cultura, com a Finep e com universidades estrangeiras. O projeto tem, ainda, o apoio de governos e cientistas de países como o Japão, Estados Unidos, Portugal, França e Suíça.

Junto ao Instituto está prevista a construção de uma escola para 500 alunos pobres, de zero a 17 anos, que receberão educação de primeira linha: escola em tempo integral, alimentação, assistência em saúde física e mental feita por equipe multidisciplinar, e um currículo humanista onde as artes, as ciências e as línguas vão formar cidadãos. 

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